Skip to main content
Faça uma doação

Faça uma doação

Os Missionários Xaverianos não dispõem de nenhuma receita a não ser o nosso trabalho evangelizador e as doações dos amigos benfeitores. O nosso Fundador, São Guido Maria Conforti, quis que confiássemos na Providência de Deus que nunca deixa desamparados seus filhos. Invocamos sobre você e sua família, por intercessão de São Guido Maria Conforti, as bênçãos de Deus.
Atenciosamente,

Redação da Família Xaveriana


Deposite uma colaboração espontânea:

Soc. Educadora S. Francisco Xavier
CNPJ: 76.619.428/0001-89
Banco Itau: agência 0255, conta corrente:27299-9
Caixa Econômica ag. 0374, conta corrente: 2665–3

Ano celebrativo

O primeiro xaveriano brasileiro


Pe. Gerson Galvino é o primeiro missionário xaveriano brasileiro. Ele nasceu em Marinópolis (SP) em 15 de setembro de 1946, mas na infância a família mudou-se para Centenário do Sul (PR), aí conheceu os Missionários Xaverianos, em particular o seu pároco Pe. Aurélio Basso, sx quem o entusiasmo com as histórias da missão na China, despertando a vocação missionária em Gerson.

Em 1959, entrou no seminário menor dos Missionários Xaverianos em Jaguapitã (PR), sendo a primeira turma com 23 seminaristas. O seminário estava ainda em construção, por isso moravam na casa paroquial. Após o ensino médio em Jaguapitâ, passou para Londrina (PR) para fazer o noviciado. Realizou sua consagração religiosa missionária como xaveriana em 07 de março de 1966.

 O biênio filosófico, o fez também em Londrina. Para os estudos teológicos foi destinado a Parma (Itália) em 1968, infelizmente a congregação não estava, ainda preparada para a vivência da interculturalidade. Os desafios e dificuldades do ambiente diferente o fizeram retornar ao Brasil, concluindo a teologia em Curitiba (PR).

Pe. Gerson foi ordenado padre em 30 de junho de 1973, em Centenário do Sul (PR) pelas mãos de Dom Geraldo Fernandes. Exerceu sua atividade pastoral, entre 1974 e 1978, como vigário na paróquia de Sant’Ana e como reitor no seminário xaveriano de Laranjeiras do Sul (PR).

Posteriormente, foi enviado para a R. D. do Congo, África. Após o curso de francês em Paris (França), chegou no país em 6 de setembro de 1980, onde trabalhou durante sete anos. Um ano depois de ter chegado já era pároco da missão de Mboko (diocese de Uvira), às margens do lago Tanganyika. Ele se encontrava muito bem com as pessoas do lugar. Escreveu: "Sinto-me feliz entre essas pessoas simples e amigas". E a outro amigo ele disse: "Aqui estou vivendo os melhores anos do meu sacerdócio missionário". Todos o amavam por sua dedicação incansável. Sendo negro era muito mais fácil ser aceito pelo povo africano. Ele estava inserido no meio do povo, mas sabia que não era um africano, apesar da aceitação que tinha das pessoas. Vivia em harmonia com todos, também com a comunidade paroquial, que era internacional e intercultural formada por ele, brasileiro, um italiano, um americano, duas freiras holandesas e duas congolesas. Ao mesmo tempo que trabalhava na pastoral missionária era diretor espiritual do seminário diocesano de Uvira.

Os Xaverianos do Brasil o chamaram de volta em 1987, para ser reitor do seminário em Londrina e animador vocacional. Sua vida terminou cedo, aos 44 anos, em um trágico acidente de carro em 29 de outubro de 1990, ao bater de frente com um caminhão que trafegava na contra mão, o automóvel pegou fogo. Viajava junto com ele o Pe. Wagner dos Santos, sx, que também morreu. Fui sepultado em Centenário do Sul (PR).

Pe. Gerson Galvino deixou um bom legado para todos os que conheceram, era um homem afável, bondoso, sensível, humilde, sempre sorrindo e comprometido com as causas da vida; estava sempre pronto a ajudar e se adaptava às situações difíceis. Qualidades que desenvolveu a partir do seio familiar e que o tornaram um grande missionário.

semis gerson

semis profis


Artigos relacionados

Ano celebrativo
A presença xaveriana em Curitiba (PR) começou com a chegada dos primeiros padres xaverianos ao Bras…
Ano celebrativo
Em Belém os Xaverianos, nos anos setentas, ‘descobriram’ logo um dos pontos mais preocupantes da ci…
Ano celebrativo
Sou Pe. Giovanini Murazzo, trabalho no Brasil Sul há 41 anos, cheguei em 01 de outubro de 1974…
Ano celebrativo
Da periferia da cidade de São Paulo fui trabalhar na periferia da Região Xaveriana do Brasil Sul, n…