Os Missionários Xaverianos não dispõem de nenhuma receita a não ser o nosso trabalho evangelizador e as doações dos amigos benfeitores. O nosso Fundador, São Guido Maria Conforti, quis que confiássemos na Providência de Deus que nunca deixa desamparados seus filhos. Invocamos sobre você e sua família, por intercessão de São Guido Maria Conforti, as bênçãos de Deus.
Atenciosamente,
Redação da Família Xaveriana
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Em escuta do espírito
Santo Espírito de Deus que estava com João Batista, desde o ventre materno; que o conduzistes ao deserto, e o encorajou a sair pelas ruas e gritou para o povo: Preparai os caminhos do Senhor, fazei de nós lâmpadas acesas a brilhar ao espalhar o evangelho da salvação.
Em escuta da palavra
Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: “Quem és tu?” João confessou e não negou. Confessou: “Eu não sou o Messias”. Eles perguntaram: “Quem és, então? És Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És o Profeta?” Ele respondeu: “Não”. Perguntaram então: “Quem és, afinal? Temos de levar uma resposta àqueles que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?” João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’” — conforme disse o profeta Isaías. Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus e perguntaram: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?” João respondeu: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”. Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João estava batizando.
Comentário
João Batista dá testemunho de Jesus e proclama que será Ele, o Messias, a batizar pela água e pelo Espírito. Sente-se precursor para preparar os corações, pela oração e pela penitência, para acolher o Messias, Jesus de Nazaré. Também tu deves assumir a vocação e missão de preparar os outros para acolherem Jesus na oração, nos sacramentos, na vida. João Baptista, em humildade de coração, diz não ser digno de desatar as sandálias que Jesus usa. Linguagem simbólica de João, que se sente pequeno, humilde perante Jesus e a sua grandeza de Messias, a sua missão de Cordeiro de Deus que vem tirar o pecado do mundo.