Os Missionários Xaverianos não dispõem de nenhuma receita a não ser o nosso trabalho evangelizador e as doações dos amigos benfeitores. O nosso Fundador, São Guido Maria Conforti, quis que confiássemos na Providência de Deus que nunca deixa desamparados seus filhos. Invocamos sobre você e sua família, por intercessão de São Guido Maria Conforti, as bênçãos de Deus.
Atenciosamente,
Redação da Família Xaveriana
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Em escuta do espírito
Vem Santo Espírito Consolador, acende em nós a chama do teu amor. Tu és luz que vem para santificar, dom que o Pai mandou para nos fortificar. Tu és claridade santa que vem iluminar, tu és sustento no caminho que vamos andar: Vem Espírito Santo.
Em escuta da palavra
Naquele tempo, alguns saduceus - que negam a ressurreição - aproximaram-se de Jesus e perguntaram-lhe: "Mestre, Moisés prescreveu-nos: Se alguém morrer e deixar mulher, mas não deixar filhos, case-se com ela o irmão dele, e dê descendência a seu irmão. Ora, havia sete irmãos, o primeiro dos quais tomou uma mulher, mas morreu sem filhos. Casou-se com ela o segundo, mas também ele morreu sem filhos. Casou-se depois com ela o terceiro. E assim sucessivamente todos os sete, que morreram sem deixar filhos. Por fim, morreu também a mulher. Na ressurreição, de qual deles será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher". Jesus respondeu: "Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento, mas os que serão julgados dignos do século futuro e da ressurreição dos mortos não terão mulher nem marido. Eles jamais poderão morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, porque são ressuscitados. Por outra parte, que os mortos hão de ressuscitar é o que Moisés revelou na passagem da sarça ardente, chamando ao Senhor: Deus de Abraão, Deus de Isaac, Deus de Jacó . Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos; porque todos vivem para ele". Alguns dos escribas disseram, então: "Mestre, falaste bem". E já não se atreviam a fazer-lhe pergunta alguma.
Comentário
Os saduceus, partido religioso do tempo de Jesus, não acreditavam na ressurreição e queriam provar isto ao Metre, mas, não obtiveram êxito, pelo contrário, se afundaram na areia movediça do próprio esdrúxulo argumento. As pessoas autoritárias, incapazes de estabelecer qualquer tipo de diálogo e fechadas em seus próprios preconceitos, agem sempre nos moldes destes saduceus da passagem evangélica hodierna. Usam a própria criatividade para perderem-se em elucubrações mentais sem fundamentos e desprovidas de humana compaixão e sensibilidade. É o caso da história de hoje, de uma mulher tratada como coisa e completamente a mercê de uma visão machista de posse e consumo; despida do seu valor de mulher e de filha de Deus. Jesus, o Senhor, coloca o dedo na ferida indicando a estupidez e mediocridade presente no coração de seus interlocutores. No lugar de pensar no pós-morte, Jesus pensa no aqui e agora. A mulher não será esposa de ninguém, pois ninguém destes a amou de verdade, ao contrário, a coisificaram tornando-a escrava de comportamentos hediondos. A realidade do céu será a perpetualização daquilo que se experimentou na terra sobre o sigilo do amor. Só o amor fica, pois é de Deus, é Deus, e é eterno. Nem a morte arranca o signo do amor presente em nossos relacionamentos, prefigurando algo que não passará jamais; pois foi impresso no coração do Deus para o qual tudo vive. As arrogâncias se esvairão como fumaça no esquecimento. Hoje aos saduceus só podemos dizer: errrrrrrou
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