Os Missionários Xaverianos não dispõem de nenhuma receita a não ser o nosso trabalho evangelizador e as doações dos amigos benfeitores. O nosso Fundador, São Guido Maria Conforti, quis que confiássemos na Providência de Deus que nunca deixa desamparados seus filhos. Invocamos sobre você e sua família, por intercessão de São Guido Maria Conforti, as bênçãos de Deus.
Atenciosamente,
Redação da Família Xaveriana
Soc. Educadora S. Francisco Xavier
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Em escuta do espírito
Senhor Jesus, que tuas palavras nos dê força para lidar com as situações adversas do nosso dia a dia, que possamos ser luz onde há escuridão e que tuas palavras nos dêem coragem para evangelizar, a partir de nossas realidades, todos os povos.
Em escuta da palavra
Então, Jesus chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos. Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um cajado; nem pão, nem mochila, nem dinheiro no cinto; como calçado, unicamente sandálias, e que se não revestissem de duas túnicas. E disse-lhes: “Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra ele”. Eles partiram e pregaram a penitência. Expeliam numerosos demônios, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam.
Comentário
Podemos notar nesse evangelho de Marcos que, a missão dos Doze, portanto da Igreja hoje, é a mesma missão de Jesus. Cristo nos envia a pregar a beleza do Evangelho: mensagem de vida e libertação. Ele os enviou dois a dois. Sempre que Deus te chama, ele te coloca em uma viagem; em movimento. Vem para impulsionar a sua vida instalada, ativar novas metas, abrir caminhos. Dois a dois e não um por um. O primeiro anúncio que os Doze trazem está sem palavras, está indo lado a lado, juntando forças, promovendo comunhão. Cristo nos unge e envia em missão para que todas as pessoas conheçam a verdade e vivam à luz da salvação divina. No mais, o Senhor nos torna livres para a missão; para sermos “missionários” itinerantes pelas veredas do mundo. Livres para aceitar esta dimensão própria da vocação cristã. Livres para responder a Deus com generosidade, sem laços de instintos e paixões egoístas; livres para seguir docilmente as luzes e os movimentos do Espírito Santo dentro de nós mesmos. Livres a ponto de nos tornamos servos da humanidade nova que nasce da missão redentora de Jesus.
Vídeo e áudio