Os Missionários Xaverianos não dispõem de nenhuma receita a não ser o nosso trabalho evangelizador e as doações dos amigos benfeitores. O nosso Fundador, São Guido Maria Conforti, quis que confiássemos na Providência de Deus que nunca deixa desamparados seus filhos. Invocamos sobre você e sua família, por intercessão de São Guido Maria Conforti, as bênçãos de Deus.
Atenciosamente,
Redação da Família Xaveriana
Soc. Educadora S. Francisco Xavier
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Em escuta do espírito
Vinde Espírito Santo de Deus, acende em nós os dons do teu amor e reinflama em nosso coração nossa consagração batismal para sermos, em Cristo, luz que brilha e dissipa as trevas.
Em escuta da palavra
Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. Conforme está escrito na lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. Foram também oferecer o sacrifício — um par de rolas ou dois pombinhos — como está ordenado na Lei do Senhor. Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”. O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”. Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.
Comentário
Celebramos hoje a festa da apresentação do menino Jesus. Cumprindo a lei mosaica, Maria e José levam Jesus ao templo para apresentá-lo ao Senhor. Todavia, nem sequer chegam a entrar e imediatamente o menino é acolhido nos braços de um homem e uma mulher: 'Jesus não pertence ao templo, ele pertence ao humano.' É meu, nosso e de todos os homens e mulheres sedentos de infinito; de quem nunca para de tentar e sonhar, como Simeão; de quem procura ver além das nuances do fenomenológico, como Ana, e se encantam diante de um recém-nascido, porque sentem Deus como futuro de ardente esperança; novo que encanta; surpresa que apaixona. Jesus não é recebido pelos sacerdotes, doutores ou mestres, mas por um idoso e uma idosa sem títulos ou prerrogativas, apenas dois apaixonados pelo Senhor, que possuem os olhos velados pela velhice, mas ainda são iluminados pelo desejo. É a velhice do mundo que acolhe, em seus braços, a juventude do Eterno e que sabe oferecer, na força do carinho e da ternura, colo pra Deus.
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